O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que está valendo a Lei das Estatais, suspensa por canetada do ministro aposentado Ricardo Lewandowski, mas dispensou Lula (PT) de cumpri-la. Assim, ganhou sobrevida no cargo o ex-senador Jean Paul Prates, cuja nomeação para presidir a Petrobras fere a Lei da Estatais. A demissão de Prates é um clamor dentro e fora do governo, por inaptidão para o cargo. O artigo 17 da lei ressuscitada veda nomeações de políticos na direção de estatais.

Queda de braço; Aloízio Mercadante foi sondado por Lula para substituir Prates na Petrobras, mas Alexandre Silveira (Minas e Energia) veta os dois. Lei ignorada; A lei veda também a nomeação de tipos como Mercadante, chefe do BNDES, por ter sido um coordenador da campanha eleitoral de Lula.

O remédio é pior ;Conhecido chato de galocha, Mercadante tem difícil relacionamento com as pessoas, mas não cabe na frigideira miudinha de Alexandre Silveira.

TCU passou pano Antes do STF, o TCU também prestou vassalagem ao Planalto sinalizando “não haver impedimento” para Mercadante chefiar o BNDES.