{"id":15178,"date":"2025-03-28T06:25:01","date_gmt":"2025-03-28T09:25:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/?p=15178"},"modified":"2025-03-28T06:25:01","modified_gmt":"2025-03-28T09:25:01","slug":"previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/2025\/03\/28\/previa-da-inflacao-de-marco-fica-em-064-pressionada-por-alimentos\/","title":{"rendered":"Pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o fica em 0,64%, pressionada por alimentos"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-header\">\n<h1 class=\"jeg_post_title\"><\/h1>\n<\/div>\n<div class=\"jeg_ad jeg_article jnews_content_top_ads \">\n<div class=\"ads-wrapper  \"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content with-share\">\n<div class=\"jeg_share_button share-float jeg_sticky_share clearfix share-normal\">\n<div class=\"jegStickyHolder\">\n<div class=\"theiaStickySidebar\">\n<div class=\"jeg_share_float_container\">\n<div class=\"jeg_sharelist\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-inner \">\n<h6><span class=\"highlight\"><a href=\"https:\/\/www.jornaldamidia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/raf07126.webp\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-369880\" src=\"https:\/\/www.jornaldamidia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/raf07126.webp\" alt=\"\" width=\"623\" height=\"373\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><\/a><\/span><\/h6>\n<h6><span class=\"highlight\"><em> Foto: Rafa Neddermeyer\/Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/span><\/h6>\n<p>Bruno de Freitas Moura<br \/>\nAg\u00eancia Brasil<\/p>\n<p><span class=\"dropcap \">A<\/span>pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o oficial de mar\u00e7o, apurada pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo pre\u00e7o do grupo alimentos e bebidas. No acumulado de 12 meses, o \u00edndice soma 5,26%, acima da meta do governo, que tolera no m\u00e1ximo 4,5%.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/tags\/ibge\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)\u00a0<\/a>. Apesar da alta em mar\u00e7o, o resultado mostra desacelera\u00e7\u00e3o ante fevereiro, quando o IPCA-15 marcou 1,23%. Em mar\u00e7o do ano passado, o \u00edndice apontava 0,36%.<\/p>\n<p>Os nove grupos de produtos e servi\u00e7os pesquisados pelo IBGE registraram aumento m\u00e9dio de pre\u00e7os em mar\u00e7o. O de alimentos e bebidas teve alta de 1,09%, o que representa o maior impacto no IPCA-15: eleva\u00e7\u00e3o de 0,24 ponto percentual (p.p.). Em fevereiro essa varia\u00e7\u00e3o tinha sido de 0,61%.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"entry-content with-share\">\n<div class=\"content-inner \">\n<p>Especificamente a alimenta\u00e7\u00e3o no domic\u00edlio subiu de 0,63% em fevereiro para 1,25% em mar\u00e7o. J\u00e1 a alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa acelerou de 0,56% para 0,66%.<\/p>\n<p>Veja os subitens aliment\u00edcios que mais pressionaram o IPCA-15 em mar\u00e7o:<\/p>\n<ul>\n<li>ovo de galinha: 19,44% | impacto: 0,05 p.p.<\/li>\n<li>caf\u00e9 mo\u00eddo: 8,53% | impacto: 0,05 p.p.<\/li>\n<li>tomate: 12,57% | impacto: 0,03 p.p.<\/li>\n<li>refei\u00e7\u00e3o: 0,62% | impacto: 0,02 p.p.<\/li>\n<li>mam\u00e3o: 15,19% | impacto: 0,02 p.p.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-03\/saiba-quais-alimentos-terao-tarifa-zero-de-importacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">infla\u00e7\u00e3o dos alimentos<\/a>\u00a0\u00e9 uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es atuais do governo, que tomou medidas para conter aumentos, como a redu\u00e7\u00e3o de imposto de importa\u00e7\u00e3o de itens como o caf\u00e9.<\/strong><\/p>\n<p>Em\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-03\/tebet-diz-que-preco-dos-alimentos-vai-baixar-nos-proximos-60-dias\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">entrevista<\/a>\u00a0ao programa\u00a0<em>Bom Dia, Ministra<\/em>, produzido pela\u00a0<strong>Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o (EBC)<\/strong>\u00a0nesta semana, a ministra do Planejamento, Or\u00e7amento e Gest\u00e3o, Simone Tebet, disse esperar recuo dos pre\u00e7os nos pr\u00f3ximos 60 dias.<\/p>\n<h2>Transportes<\/h2>\n<p>O segundo grupo que mais pressionou a pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o foi o de transportes, que pulou de 0,44% em fevereiro para 0,92% em mar\u00e7o. Isso representa impacto de 0,19 p.p.<strong>\u00a0Alimentos e transportes representaram juntos cerca de dois ter\u00e7os da alta do IPCA-15.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A principal eleva\u00e7\u00e3o veio dos combust\u00edveis (1,88%), com alta nos pre\u00e7os do \u00f3leo diesel (2,77%), do etanol (2,17%), da gasolina (1,83%) e do g\u00e1s veicular (0,08%).<\/strong><\/p>\n<p>Como a gasolina \u00e9 o produto com mais peso na cesta de consumo dos brasileiros, a varia\u00e7\u00e3o de 1,83% representou tamb\u00e9m o subitem (produto) com maior impacto individual em todo IPCA-15 (0,10 p.p.).<\/p>\n<p>Habita\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o, que tinham subido mais de 4% em fevereiro, desaceleraram em mar\u00e7o para 0,37% e 0,07%, respectivamente. No m\u00eas anterior, os resultados foram\u00a0inflados pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-01\/saiba-o-que-e-o-bonus-na-conta-de-luz-que-ajudou-a-segurar-inflacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fim do desconto na conta de luz<\/a>, proporcionado pelo B\u00f4nus Itaipu e reajuste de mensalidades.<\/p>\n<p><strong>Veja todos o comportamento de todos os grupos pesquisados:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u00cdndice Geral: 0,64%<\/li>\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas: 1,09%<\/li>\n<li>Habita\u00e7\u00e3o: 0,37%<\/li>\n<li>Artigos de resid\u00eancia: 0,03%<\/li>\n<li>Vestu\u00e1rio: 0,28%<\/li>\n<li>Transportes: 0,92%<\/li>\n<li>Sa\u00fade e cuidados pessoais: 0,35%<\/li>\n<li>Despesas pessoais: 0,81%<\/li>\n<li>Educa\u00e7\u00e3o: 0,07%<\/li>\n<li>Comunica\u00e7\u00e3o: 0,32%<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Acumulados<\/h2>\n<p><strong>O IBGE divulgou tamb\u00e9m o IPCA-E, que consiste no acumulado do \u00edndice em tr\u00eas meses, que ficou em 1,99%, acima da taxa de 1,46% registrada em igual per\u00edodo de 2024.<\/strong><\/p>\n<p>O acumulado de 12 meses do IPCA-15 (5,26%) \u00e9 o maior desde mar\u00e7o de 2023, quando alcan\u00e7ava 5,36%. \u00c9 a primeira vez em 17 meses que a marca supera 5%.<\/p>\n<h2>IPCA-15 x IPCA<\/h2>\n<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada infla\u00e7\u00e3o oficial, que serve de base para a pol\u00edtica de meta de infla\u00e7\u00e3o do governo: 3% em 12 meses, com margem de toler\u00e2ncia de 1,5 p.p. para mais ou para menos.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a est\u00e1 no per\u00edodo de coleta de pre\u00e7os e na abrang\u00eancia geogr\u00e1fica. Na pr\u00e9via, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o m\u00eas de refer\u00eancia. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o atual, o per\u00edodo de coleta foi de 13 de fevereiro a 17 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Ambos os \u00edndices levam em considera\u00e7\u00e3o uma cesta de produtos e servi\u00e7os para fam\u00edlias com rendimentos entre um e 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos.\u00a0<\/strong>O IPCA-15 coleta pre\u00e7os em 11 localidades do pa\u00eds (as regi\u00f5es metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, S\u00e3o Paulo, Bel\u00e9m, Fortaleza, Salvador e Curitiba, al\u00e9m de Bras\u00edlia e Goi\u00e2nia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vit\u00f3ria, Campo Grande, Rio Branco, S\u00e3o Lu\u00eds e Aracaju). O IPCA cheio de mar\u00e7o ser\u00e1 divulgado em 11 de abril.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Rafa Neddermeyer\/Ag\u00eancia Brasil Bruno de Freitas Moura Ag\u00eancia Brasil Apr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o oficial de mar\u00e7o, apurada pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,64%. O resultado foi pressionado principalmente pelo pre\u00e7o do grupo alimentos e bebidas. 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