{"id":15195,"date":"2025-03-28T06:43:27","date_gmt":"2025-03-28T09:43:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/?p=15195"},"modified":"2025-03-28T06:43:27","modified_gmt":"2025-03-28T09:43:27","slug":"criado-como-menina-homem-viveu-como-freira-por-22-anos-e-engravidou-religiosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/2025\/03\/28\/criado-como-menina-homem-viveu-como-freira-por-22-anos-e-engravidou-religiosa\/","title":{"rendered":"Criado como menina, homem viveu como freira por 22 anos e engravidou religiosa"},"content":{"rendered":"<p><img src=\"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/frank-tavarez-como-irma-margarita-2664667-article.jpeg\" \/><\/p>\n<p>Frank Tavarez, um homem da Rep\u00fablica Dominicana, teve sua vida moldada por um erro de identidade. Ap\u00f3s perder os pais em um acidente de tr\u00e2nsito aos quatro anos, foi levado para um convento, onde as freiras acreditaram que ele era uma menina devido \u00e0 sua apar\u00eancia e ao \u00f3rg\u00e3o genital muito pequeno. Criado como \u201cMaria Margarita\u201d, ele cresceu imerso na rotina religiosa, sem saber de sua verdadeira identidade.<\/p>\n<div class=\"flex flex-col p-2 px-0 w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-wb9y50q67e\">Aos sete anos, Tavarez percebeu que era um menino, mas manteve o segredo por medo de ser expulso. \u201cEu nunca me banhei nem me despi na frente delas. Ia para um banheiro separado, usava roupas largas e at\u00e9 fingia ter menstrua\u00e7\u00e3o\u201d, revelou em entrevista ao El Pa\u00eds em 1993. Mesmo ap\u00f3s um exame m\u00e9dico confirmar seu sexo biol\u00f3gico, ele seguiu vivendo como freira por 22 anos, mudando de convento para esconder sua condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"flex flex-col p-2 px-0 w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-zlhscbrjvj\">No segundo convento em que viveu, Tavarez conheceu Silvia, uma religiosa por quem se apaixonou. O envolvimento amoroso entre os dois resultou em uma gravidez inesperada, levando \u00e0 descoberta de sua verdadeira identidade. \u201cDe quem eu mais me apaixonei foi Silvia. Ela me perseguia o tempo todo no convento\u201d, contou. O caso gerou um esc\u00e2ndalo na Igreja e culminou na expuls\u00e3o de Tavarez da vida religiosa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s deixar o convento, Tavarez tornou-se costureiro e escreveu um livro sobre sua trajet\u00f3ria, A Freira Despida, no qual relata os desafios de ter sido criado sem saber sua verdadeira identidade. Ele nunca mais teve contato com Silvia nem com o filho que ela esperava.<\/p>\n<p>Junte-se \u00e0 nossa comunidade de leitores comprometidos com o jornalismo local de qualidade.<a href=\"https:\/\/assine.correio24horas.com.br\/cadastro\/1\/digital-com-clube\/primeira-etapa?utm_source=Site+Texto+fim+Mat%C3%A9rias+1+&amp;utm_medium=Site+Texto+fim+Mat%C3%A9rias+1+\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Assine agora<\/a>, apoie nossa equipe premiada e tenha acesso a an\u00e1lises exclusivas. Fa\u00e7a parte do melhor do jornalismo baiano!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frank Tavarez, um homem da Rep\u00fablica Dominicana, teve sua vida moldada por um erro de identidade. Ap\u00f3s perder os pais em um acidente de tr\u00e2nsito aos quatro anos, foi levado para um convento, onde as freiras acreditaram que ele era uma menina devido \u00e0 sua apar\u00eancia e ao \u00f3rg\u00e3o genital muito pequeno. 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