{"id":16056,"date":"2025-05-17T07:00:45","date_gmt":"2025-05-17T10:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/?p=16056"},"modified":"2025-05-17T07:00:45","modified_gmt":"2025-05-17T10:00:45","slug":"desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro-trimestre-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/2025\/05\/17\/desemprego-cresce-em-12-estados-no-primeiro-trimestre-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Desemprego cresce em 12 estados no primeiro trimestre, aponta IBGE."},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/taxadeemprego.jpg\" width=\"496\" height=\"297\" \/><\/p>\n<p><span class=\"dropcap \">A <\/span>taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre de 2024.\u00a0<strong>Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se est\u00e1vel.<\/strong><img src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1642918&amp;o=node\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><img src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1642918&amp;o=node\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><\/p>\n<p><strong>Os dados s\u00e3o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)<\/strong>. O maior aumento foi observado no Piau\u00ed, que passou de 7,5% para 10,2%. <!--more--><\/p>\n<p><strong>Em seguida, aparecem os estados do Amazonas (que subiu de 8,3% para 10,1%), Par\u00e1 (de 7,2% para 8,7%) e Cear\u00e1 (de 6,5% para 8%).<\/strong>\u00a0Pernambuco subiu de 10,2% para 11,6% e manteve-se como a unidade da federa\u00e7\u00e3o com maior taxa de desemprego do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Outros estados com alta na taxa foram: Minas Gerais (de 4,3% para 5,7%), Maranh\u00e3o (de 6,9% para 8,1%), Rio Grande do Norte (de 8,5% para 9,8%), Rio de Janeiro (de 8,2% para 9,3%), Mato Grosso (de 2,5% para 3,5%), Paran\u00e1 (de 3,3% para 4%) e Rio Grande do Sul (de 4,5% para 5,3%).<\/p>\n<p><strong>Com estabilidade de um trimestre para outro, Santa Catarina (3%) e Rond\u00f4nia (3,1%) foram os estados que apresentaram menor taxa de desemprego.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2024, 21 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o mantiveram taxas est\u00e1veis, enquanto seis tiveram queda: Bahia (de 14% para 10,9%), Esp\u00edrito Santo (de 5,9% para 4%), S\u00e3o Paulo (de 7,4% para 5,2%), Rio de Janeiro (de 10,3% para 9,3%), Santa Catarina (de 3,8% para 3%) e Paran\u00e1 (de 4,8% para 4%).<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o nacional, divulgada em 30 de abril, ficou em 7%, a<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-04\/desemprego-de-7-no-1o-trimestre-e-o-menor-ja-registrado-desde-2012\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0menor registrada para o per\u00edodo<\/a>\u00a0desde o in\u00edcio da pesquisa, em 2012.<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio real mensal subiu apenas em tr\u00eas estados do \u00faltimo trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano: Rio de Janeiro (6,8%), Santa Catarina (5,8%) e Pernambuco (4,7%). Nas demais unidades da federa\u00e7\u00e3o, permaneceu est\u00e1vel.<\/p>\n<p>J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2024, o rendimento m\u00e9dio real em sete estados: Pernambuco (23,4%), Alagoas (13,4%), Sergipe (13,2%), Santa Catarina (1,25%), Rio Grande do Sul (6,8%), Paran\u00e1 (6,4%) e Esp\u00edrito Santo (4,9%). Nas demais unidades da federa\u00e7\u00e3o, ficou est\u00e1vel.<\/p>\n<h2>Cor, idade e sexo<\/h2>\n<p><strong>A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a taxa de desemprego \u00e9 maior entre os jovens: 26,4% entre aqueles de 14 a 17 anos e 14,9% entre os que t\u00eam de 18 a 24 anos.<\/strong>\u00a0Nas demais faixas et\u00e1rias, as taxas s\u00e3o: de 25 a 39 anos (6,5%), 40 a 59 anos (4,7%) e de 60 anos ou mais (3,1%).<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o por sexo, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior (8,7%) que os homens (5,7%). No recorte por cor ou ra\u00e7a, os pretos t\u00eam uma taxa de 8,4% e os pardos, de 8%, enquanto entre os brancos, o \u00edndice \u00e9 de apenas 5,6%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, as taxas s\u00e3o menores entre aqueles com superior completo (3,9%) e sem instru\u00e7\u00e3o (5,6%). A maior taxa \u00e9 observada entre aqueles com ensino m\u00e9dio incompleto (11,4%). As demais taxas s\u00e3o: fundamental incompleto (6,8%), fundamental completo (7,9%), m\u00e9dio completo (8%) e superior incompleto (7,9%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m conhecida como taxa de desemprego, cresceu em 12 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o brasileiras no primeiro trimestre deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre de 2024.\u00a0Nas outras 15 unidades, o indicador manteve-se est\u00e1vel. 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