{"id":22610,"date":"2026-06-18T23:15:56","date_gmt":"2026-06-19T02:15:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/?p=22610"},"modified":"2026-06-19T07:57:25","modified_gmt":"2026-06-19T10:57:25","slug":"ilheis-quem-disse-que-no-morro-alguem-nasce-bandido-esta-enganado-o-alto-do-coqueiro-e-prova-disso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/2026\/06\/18\/ilheis-quem-disse-que-no-morro-alguem-nasce-bandido-esta-enganado-o-alto-do-coqueiro-e-prova-disso\/","title":{"rendered":"ILH\u00c9US: Quem disse que no morro algu\u00e9m nasce bandido est\u00e1 enganado. O Alto do Coqueiro \u00e9 prova disso."},"content":{"rendered":"<p><img src=\"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-18-at-19.52.11.jpeg\" \/><\/p>\n<p>A foto do Militar postada nesta p\u00e1gina traz exatamente o relato de como \u00e9 importante acreditar na favela ou quem nela &#8211; nasce.<\/p>\n<p>Tenente Cl\u00e1udio Oliveira da Cruz, nascido no Alto do Coqueiro &#8211; Ilh\u00e9us Bahia -Brasil, nos anos oitenta, filho de pai motorista e m\u00e3e empregada dom\u00e9stica, ele n\u00e3o se vitimou, nem parou no tempo, acreditou em se mesmo e foi em busca do que lhe pertencia, (um mundo melhor).<\/p>\n<p>Formou se em direito, percorrendo diversas Universidades p\u00fablicas que se adequassem ao seu curso e ao mesmo tempo o trabalho na pra\u00e7a onde estivesse lotado enquanto policial &#8221; soldado&#8221;. Trabalhou e estudou em Teixeira de Freitas e Ilh\u00e9us, se formou em Vit\u00f3ria da Conquista, local onde estava trabalhando no final do curso.<\/p>\n<p>O tempo passou e o mesmo teve que correr trecho e como a pol\u00edcia desloca seus homens para os mais &#8220;<span style=\"color: #000000;\">reconditos&#8221;<\/span> dos lugares, ele foi obrigado a se afastar de Ilh\u00e9us, deixando familiares, parentes e amigos para tr\u00e1s, levando consigo a certeza do percurso que lhe promovesse a vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>Claudio Cruz &#8211; entrou na pol\u00edcia pela porta da frente, come\u00e7ou como um simples recruta, sem buscar nenhum elevador para seu crescimento, pois, o mesmo tinha uma grande estatura em seu conceito de vida. Nunca se curvou diante de um pol\u00edtico, um amigo, algo que o servisse como um guarda-chuvas para pegar uma carona, um jeito qualquer para conseguir trilhar seu objetivo na corpora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o!<\/p>\n<p>Cruz, chegou a Tenente com m\u00e9ritos, passa a ser um comandante, a partir desse grau o mesmo est\u00e1 no patamar de cima da corpora\u00e7\u00e3o, a mesma linha de um Coronel, ou seja, ele \u00e9 oficial!\u00a0 <!--more--><\/p>\n<p>Tenente Cruz, filho de Gerson Cruz, e Maria Jose Augusta, filho do Alto do Coqueiro, amigo dos amigos, pai, companheiro de sua esposa a d\u00e9cadas, enfim, um homem digno de aplausos e orgulho de todos que o conhecem.<\/p>\n<p>Enquanto as favelas choram suas perdas, com base na desgra\u00e7a de alguns tolos que se acham perfeitos moleques e sobretudo soldados do tr\u00e1fico, este a\u00ed \u00e9 um verdadeiro soldado, um policial que nasceu na penumbra cinzenta da vida e com equil\u00edbrio buscou sua vit\u00f3ria em meio a uma fam\u00edlia de quatro irm\u00e3os, sem ter regalias, sem saber o que era benesses ou coisas ofertadas que n\u00e3o fosse atrav\u00e9s do suor de seu rosto.<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns Tenente Cruz, \u00e9s um vencedor.<\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o: Luke Rey &#8211; Correio das cidades<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A foto do Militar postada nesta p\u00e1gina traz exatamente o relato de como \u00e9 importante acreditar na favela ou quem nela &#8211; nasce. 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