{"id":25157,"date":"2026-10-30T10:26:32","date_gmt":"2026-10-30T13:26:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/?p=25157"},"modified":"2026-10-30T10:26:32","modified_gmt":"2026-10-30T13:26:32","slug":"desemprego-fica-em-52-a-menor-para-um-terceiro-trimestre-desde-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/2026\/10\/30\/desemprego-fica-em-52-a-menor-para-um-terceiro-trimestre-desde-2012\/","title":{"rendered":"Desemprego fica em 5,2%, a menor para um terceiro trimestre desde 2012"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-header\">\n<h1 class=\"jeg_post_title\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.correiodascidades.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/desemprego-120x86-1.jpg\" width=\"412\" height=\"295\" \/><\/h1>\n<div class=\"jeg_meta_container\">\n<div class=\"jeg_post_meta jeg_post_meta_1\">\n<div class=\"meta_left\">\n<div class=\"jeg_meta_author\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"meta_right\">\n<div class=\"jeg_meta_zoom\" data-in-step=\"3\" data-out-step=\"2\"><span class=\"dropcap shadow\">A<\/span>\u00a0taxa de desocupa\u00e7\u00e3o para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor j\u00e1 registrada para esse per\u00edodo desde 2012. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua, divulgada hoje (30), pelo IBGE. O desemprego era de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content with-share\">\n<div class=\"content-inner \">\n<p>Com esse resultado, s\u00e3o 5,6 milh\u00f5es de desocupados no pa\u00eds no terceiro trimestre, queda de 4,0% (menos 234 mil pessoas) em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda de 6,9% (menos 417 mil pessoas).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o ocupada chegou a 103,6 milh\u00f5es, a maior da s\u00e9rie iniciada em 2012, com alta de 0,6% no trimestre (mais 581 mil pessoas) e aumento de 1,2% no ano (mais 1,2 milh\u00e3o de pessoas). \u201cEntre as atividades com alta na ocupa\u00e7\u00e3o, destaca-se o crescimento no setor da Constru\u00e7\u00e3o, que subiu 2,8% no trimestre, com mais 210 mil pessoas ocupadas\u201d, diz o analista da pesquisa, William Kratochwill.<\/p>\n<p>O contingente de empregadores atingiu o recorde de 4,5 milh\u00f5es de pessoas ao crescer 4,3% no trimestre (mais 184 mil pessoas) e 6,4% no ano (mais 272 mil pessoas).<\/p>\n<p>\u201cEmpregadores s\u00e3o multiplicadores de trabalho, visto que o fruto do seu empreendimento gera novas oportunidades. Esses, que por muitas vezes foram trabalhadores por conta-pr\u00f3pria, conseguiram crescer e ampliar o n\u00famero de pessoas ocupadas, logo contribuindo tamb\u00e9m para a redu\u00e7\u00e3o da desocupa\u00e7\u00e3o\u201d, analisa William.<\/p>\n<p>Recorde tamb\u00e9m no n\u00famero de empregados no setor p\u00fablico (13,2 milh\u00f5es), que ficou est\u00e1vel no trimestre e cresceu 2,5% no ano (mais 317 mil pessoas).<\/p>\n<p>\u201cO contingente de pessoas trabalhando no setor p\u00fablico com carteira foi consequ\u00eancia do aumento de ocupados na educa\u00e7\u00e3o como professores, de ensino pr\u00e9-escolar, fundamental e m\u00e9dio, acrescentando cerca de 45 mil pessoas\u201d, analisa William. Ele diz ainda que a atividade da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e regula\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica econ\u00f4mica e social municipal tamb\u00e9m contribuiu ao contratar cerca de 30 mil pessoas como escritur\u00e1rios gerais, analistas de sistemas e recepcionistas em geral, entre outros. \u201cOu seja, a atividade municipal apresentou a maior contribui\u00e7\u00e3o do setor p\u00fablico\u201d, sintetiza<\/p>\n<p>O n\u00famero de empregados no setor privado com carteira assinada (sem considerar trabalhadores dom\u00e9sticos) foi de 39,4 milh\u00f5es, com estabilidade no trimestre e no ano. Empregados sem carteira no setor privado (13,7 milh\u00f5es), trabalhadores por conta pr\u00f3pria (26,1 milh\u00f5es) e trabalhadores dom\u00e9sticos (5,4 milh\u00f5es) tamb\u00e9m ficaram est\u00e1veis no trimestre e no ano.<\/p>\n<p>\u201cEssas estabilidades podem indicar que o mercado de trabalho aguardava as poss\u00edveis mudan\u00e7as do pleito eleitoral. Logo, seu rumo ser\u00e1 mais bem percebido nas pr\u00f3ximas divulga\u00e7\u00f5es\u201d, diz o analista da pesquisa.<\/p>\n<figure id=\"attachment_393240\" class=\"wp-caption aligncenter\" aria-describedby=\"caption-attachment-393240\"><figcaption id=\"caption-attachment-393240\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o do setor da Constru\u00e7\u00e3o subiu 2,8%, equivalente a mais 210 mil pessoas no trimestre (Foto: Paulo H. Carvalho\/ Ag\u00eancia Bras\u00edlia)<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Subutiliza\u00e7\u00e3o fica est\u00e1vel em 13%\u00a0\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p>A taxa composta de subutiliza\u00e7\u00e3o (13,0%) ficou est\u00e1vel frente ao trimestre anterior (12,9%) e teve queda de 0,9 p.p. no ano (13,9%). A popula\u00e7\u00e3o subutilizada (14,8 milh\u00f5es) ficou est\u00e1vel no trimestre e recuou 6,1% no ano (menos 957 mil pessoas). O grupo de subutilizados contempla desocupados e subocupados por insufici\u00eancia de horas trabalhadas, al\u00e9m da popula\u00e7\u00e3o na for\u00e7a de trabalho potencial, formada por quem buscou trabalho, mas n\u00e3o estava dispon\u00edvel; e quem que n\u00e3o buscou trabalho, mas estava dispon\u00edvel (desalentado ou n\u00e3o).<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o subocupada por insufici\u00eancia de horas (4,3 milh\u00f5es) cresceu 5,2% no trimestre (mais 214 mil pessoas) e recuou 5,4% no ano (menos 247 mil pessoas). A popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho (66,5 milh\u00f5es) ficou est\u00e1vel no trimestre e cresceu 0,8% no ano (mais 530 mil pessoas).<\/p>\n<p>J\u00e1 os desalentados, que desistiram de procurar trabalho, foi de 2,5 milh\u00f5es de pessoa, aumento 7,5% no trimestre (mais 171 mil pessoas) e queda 6,8% no ano (menos 178 mil pessoas). A propor\u00e7\u00e3o de desalentados (2,2%) variou 0,1 p.p. no trimestre (2,1%) e -0,2 p.p. no ano (2,4%).<\/p>\n<p>\u201cSobre o desalento, a redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior \u00e9 reflexo da melhoria quantitativa das contrata\u00e7\u00f5es que temos verificado nos \u00faltimos trimestres. Todavia, verificamos aumento em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre encerrado em junho. A pesquisa aponta a dificuldade de as pessoas encontrarem trabalho que entendam ser adequado a ela, e isso se deu principalmente entre aqueles com 40 anos ou mais\u201d, explica William.<\/p>\n<p>O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.790) ficou est\u00e1vel no trimestre e cresceu 3,6% no ano (mais R$ 131). A massa de rendimento real habitual (R$ 387,5 bilh\u00f5es) foi a maior da s\u00e9rie, com alta de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilh\u00f5es) e 4,7% no ano (mais R$ 17,5 bilh\u00f5es).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0taxa de desocupa\u00e7\u00e3o para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor j\u00e1 registrada para esse per\u00edodo desde 2012. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua, divulgada hoje (30), pelo IBGE. O desemprego era de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025. 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