Mas nossa luta vai além. Temos cobrado reiteradamente do Governo do Estado e do Governo Federal ações mais efetivas, especialmente no que diz respeito à suspensão definitiva das importações de cacau e o retorno da previsão de safra.

A retirada dessa previsão – que antes era realizada pela CEPLAC – deixou o setor vulnerável, sem referência técnica e sem segurança para o produtor.

Alertamos, com antecedência, que o aumento das importações traria consequências graves para o setor desde 2022.

Hoje, infelizmente, vivemos a realidade da crise.

Paralelamente, seguimos trabalhando pela aprovação do PL 1769, que estabelece o aumento do teor de cacau no chocolate.

Essa medida é estratégica, pois fortalece a demanda interna e contribui diretamente para a valorização do preço do cacau, garantindo melhores condições ao produtor, pois a demanda irá aumentar e consequentemente nossos preços também.

As ações adotadas até aqui pelos governos não foram suficientes. Mesmo diante de um cenário de risco reconhecido, cargas de cacau importado não foram devidamente contidas no Porto de Ilhéus, quando havia margem para atuação mais firme por parte do Governo do Estado.

Diante disso, seguimos fazendo o que sempre fizemos: defendendo o produtor, dando voz à cacauicultura e cobrando responsabilidade das autoridades.

E é por isso que a mobilização é fundamental.

No dia 11 de abril, em Gandu, a presença de cada produtor será decisiva.

Precisamos mostrar força, união e compromisso com o nosso setor.

Não falte. A sua participação é essencial para o êxito das nossas ações.

Vanuza Barroso
Presidente ANPC

Desde então, temos atuado de forma constante e incansável. Estamos presentes em Brasília, cobrando das autoridades medidas concretas para o setor.

Entre essas pautas, destacamos a defesa do PDL 330/2022, que trata da suspensão da importação de cacau de Costa do Marfim, uma medida essencial para proteger a produção nacional.

Mas nossa luta vai além. Temos cobrado reiteradamente do Governo do Estado e do Governo Federal ações mais efetivas, especialmente no que diz respeito à suspensão definitiva das importações de cacau e o retorno da previsão de safra.

A retirada dessa previsão – que antes era realizada pela CEPLAC – deixou o setor vulnerável, sem referência técnica e sem segurança para o produtor.

Alertamos, com antecedência, que o aumento das importações traria consequências graves para o setor desde 2022.

Hoje, infelizmente, vivemos a realidade da crise.

Paralelamente, seguimos trabalhando pela aprovação do PL 1769, que estabelece o aumento do teor de cacau no chocolate.

Essa medida é estratégica, pois fortalece a demanda interna e contribui diretamente para a valorização do preço do cacau, garantindo melhores condições ao produtor, pois a demanda irá aumentar e consequentemente nossos preços também.

As ações adotadas até aqui pelos governos não foram suficientes. Mesmo diante de um cenário de risco reconhecido, cargas de cacau importado não foram devidamente contidas no Porto de Ilhéus, quando havia margem para atuação mais firme por parte do Governo do Estado.

Diante disso, seguimos fazendo o que sempre fizemos: defendendo o produtor, dando voz à cacauicultura e cobrando responsabilidade das autoridades.

E é por isso que a mobilização é fundamental.

No dia 11 de abril, em Gandu, a presença de cada produtor será decisiva.

Precisamos mostrar força, união e compromisso com o nosso setor.

Não falte. A sua participação é essencial para o êxito das nossas ações.

Vanuza Barroso
Presidente ANPC