A entrada do indígena Cláudio Magalhães na Câmara de Vereadores da cidade, depende da recontagem dos votos do Partido (PRN).

Entenda-se que; Apesar da legenda não ter eleito vereador algum o partido terá como pena a anulação dos votos de seus candidatos, isso rebaixaria o coeficiente fazendo com que passe a ter a média, sendo assim o eleito e ocupante do cargo é: Cláudio Magalhães, do PC do B. 

O correio buscou informações com o Cartório Eleitoral de Ilhéus, posicionado na 26ª Zona e a informação obtida é que o referido setor tem um déficit grande de servidores, algo que tem demandado um atraso nas ações que o pertine a Justiça eleitoral da pasta citada.

Outra informação passada é de que a única oficial de justiça do setor é emprestada da Prefeitura e está a barrotada de serviços, mediante as demandas postas.

Na referida Justiça no cartório responsável existem ações de mais de oito partidos que estão sendo investigados em processos de fraude na cota de gênero. Candidatas mulheres com campanhas fictícias que tiveram zero voto na urna – outras tantas com votação pífia e seguem as questões no setor.

Entretanto – cabe lembrar que no caso do ex-Vereador Claudio, tudo já foi tramitado em julgado porque a Juíza Eleitoral já proferiu a sentença, desse modo o cartório deveria agir de forma célere dando prioridade a ação, o que edificaria o vereador novamente na cadeira.

Lembramos que Cláudio Magalhães perdeu por apenas um voto.