Um peixe conhecido como Leão, está nas águas do mar da cidade de Ilhéus, o regaço está sendo grande com outras espécies. Onde passa as marcas das destruição fica visivel. A prefeitura do municipio chama atenção por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), alerta sobre os riscos relacionados ao peixe-leão. Já identificado na costa baiana, o animal é uma espécie exótica invasora que ameaça a biodiversidade marinha e pode causar ferimentos por meio de seus espinhos venenosos.

A recomendação é manter distância e não tocar no animal, pois seus espinhos continuam venenosos mesmo após a morte. As perfurações podem provocar dor intensa, inchaço, vermelhidão, náuseas e tontura. Em caso de ferimento, deve-se lavar o local com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde. A imersão da região afetada em água aquecida, entre 40 °C e 45 °C, pode aliviar a dor, desde que sejam evitadas queimaduras.

Não se deve fazer torniquete, cortar a região atingida ou tentar sugar o ferimento. Casos de múltiplas perfurações ou dificuldade para respirar exigem atendimento hospitalar imediato. Os serviços de saúde devem notificar as ocorrências para contribuir com o monitoramento. Para orientações, está disponível o Disque Urgência Toxicológica do CIATox-BA, pelo telefone 0800 284 4343, com atendimento 24 horas.

Se capturado acidentalmente durante a pesca, o peixe-leão não deve ser devolvido ao mar. O Inema deve ser acionado para orientar sobre o manejo e a destinação adequada. Os contatos são 0800 071 1400 e WhatsApp (71) 99661-3998.