No embalo da enxurrada de águas em forma de Tsunami, a força da natureza remove o que está ao seu caminho empurrando tudo pela frente para passagem até a chegada do mar em Ilhéus.

Junto com a inoperância dos governantes, está o silêncio e acomodação dos prefeitos no entorno da Terra de Gabriela, e assim a cidade e as praias vão amargando a bagunça provocada pelo volume de chuvas que todo ano cai nos mares existente na cidade princesinha do sul.

Os prefeitos não discutem a possibilidade da limpeza do Rio cachoeira, o ressurgimento dele que só vêm com as aguas das chuvas de inverno e verão.

Com isso, toda vez que chove,  o rio despeja tudo que está dentro dele e que não serve para o seu comportamento natural.

Assim, uma canoa foi empurrada corredeira abaixo até achegar as praias, pegando o curso até Avenida Dois de Julho e lá está ela, estacionada no cais.

Por certo a ferramenta é de algum pescador, um pai de família que vive do que sobra do rio, tirando com ela a “canoa” seu sustento.

Uma embarcação azul, linda como a água do referido rio, que agora está verde de baronesas, e toda sujeira que acomoda e trazem vida e morte nos rios e mares.

A tão sonhada revitalização do cachoeira, sempre foi um projeto mudo na multidão de políticos que engavetam o mesmo e que só retiram  nos períodos eleitorais para utilizarem no discurso do vamos fazer.

Há anos, falasse e observa-se que o referido afluente de águas regionais assim conhecido [Rio Cachoeira} agoniza de forma perene pedindo vida e só vem no período chuvoso.

A gratidão pela chuva deve ser posta por todos, no entretanto o cuidado, esse sim têm que ser o máximo que se deve fazer em torno deste.

Enquanto não se zela e toma conta do referido rio como de fato deve-se, toda uma região vai assistindo o apelo da natureza.

Usamos este paragrafo para fazer vênia ao politico, Vereador Vinicius Alcântara, que preocupado com a Biodiversidade, e o meio ambiente em geral, fez uma limpeza do rio pela segunda vez, no braço, com o apoio de uma ong.