O que deveria ser a 30ª edição da Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, na cidade de Belém (PA), no Brasil, cujos objetos deveriam ser o avançar nas negociações climáticas globais, avaliar o progresso do Acordo de Paris e estabelecer metas mais ambiciosas para combater o aquecimento global, na verdade foi algo marcado por muitos episódios desastrosos.

Mais o que é de fato a COP?  E por que muitas coisas ruins aconteceram?

ACOP: A COP representa a cúpula global do clima, que é realizada anualmente em um país diferente. Ela também funciona como Reunião das Partes para o Protocolo de Quioto (CMP) e o acordo de Paris, cujo objetivo principal é mitigar o aquecimento global e manter o aumento da temperatura global abaixo de 2º C, com esforços para limitá-lo a 1,5º C.

Essa é a intensão desse tipo de reunião em todos os países onde a mesma acontece.

No Brasil, as pautas importantes deram lugar aos eventos de pirotecnias desastrosas tipo: Governador tomando microfone de palestrante, manifestações nos pavilhões onde estavam sendo ministradas as reuniões, segurança agredindo pessoas, delegações voltando para seus países por discordarem dos acordos propostos, discursos inflamados, e para variar no último dia um incêndio em um dos pavilhões.

Estes episódios entre outros que não foram citados demonstram de forma clara que organizar, direcionar, e executar, não faz parte da gestão de uma nação que sabe o sentido da palavra administração.

Enquanto no Azerbaijão a COOP – 29 reuniu quase 200 países, A reunião desastre de Lula e a Senhora – Esbanja, atraíram 170 participantes com direito a esculacho de líder alemão – entre outras aberrações.

Estas lembranças aqui pontuadas servem para dizer  que a  COP dos milhões investidos não foi o que a nação esperava.

REDAÇÃO: Luke – Rei.

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