O trânsito na cidade dificulta a vida das pessoas  que entram e saem neste verão, principalmente quem busca as Zonas de litoral.
 
O verão na linda São Jorge dos Ilhéus ou terra de Gabriela é mais do que nunca a repetição de todos os anos anteriores. As cenas são as mesmas sem nenhum tipo de mistério gozoso, mais uma vez o que se vê não causa espanto para aqueles que habitam no local ou para os que entram e saem com frequência.
                                   

São filas quilométricas no trânsito, praias cheias, bares, hotéis e pousadas em lotação máxima, tudo isso faz a cidade fervilhar, no entanto essa nostalgia precisa ser aprimorada pelas autoridades e por aqueles que cuidam do Turismo.

Cuidar dessa máquina “Turismo” requer um esforço conjunto não só com a secretaria responsável, mas com todos os envolvidos de modo em geral; Transporte e Transito, Saúde, Salva-vidas, estas pastas são fundamentais em uma cidade turística, pois, o visitante precisa destes equipamentos funcionada de forma eficiente.

O que se observa na cidade é um gargalo imenso em partes das ruas que dão acesso as praias, ônibus lotados, carros quebrando em vias e sem escape de socorro. Tudo isso está sendo visto na cidade nas primeiras semanas do verão.

O vai vem das ambulâncias pedindo acesso e passagem rápida colide com a imprudência de um corredor ou via criativa pelo órgão / transito. Uma tenda de atendimento médico no lado Sul com profissionais deveria ser pensado para dá mais velocidade no atendimento até uma viatura equipada chegar, digo ” ambulância”.

A distância do trajeto de saída e chegada nunca foi pensada em ser encurtada para se propor uma rapidez no salvamento a pessoa que aguarda o atendimento.

Das bases do SAMU e dos BOMBEIROS – até os pontos principais no lado das praias do Sul percorre-se mais de quinze quilômetros, o que da uma média de vinte minutos, com o transito pesado, o socorro chega sempre quase uma hora depois do solicitado – isso deveria ser pensado.

A cidade abraça os que chegam mais as ações de melhor confortabilidade se declina no pensar e no querer ver melhor aquilo que chamamos de acolhida. Ou seja, cada um se vira como pode.