Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal (STF) gerou resistência imediata da oposição por reforçar o perfil de militância de esquerda que já marca outras indicações de Lula (PT). O advogado-geral da União é visto por esses políticos como operador jurídico do PT desde os governos Dilma Rousseff, que o chamava de “Bessias”, e a defesa de pautas identitárias e comportamentais no Judiciário, incluindo tentativas de controle do que a esquerda não controla: conteúdos de redes sociais.

Comprometimento

Messias é o homem que representou o governo em ações contra supostas ameaças às instituições, em embates com o bolsonarismo.

Ativismo na veia

Para críticos, Messias tem no DNA “teses lacradoras”, o ativismo judicial que leva o STF batalhas culturais e de censura e narrativas ideológicas.

Prioridade é outra

Lula desapontou, sem contestações, quem esperava juristas mulheres ou negros no STF. Ele só queria pessoas confiáveis. Tinha outra prioridade.