O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se manifestou após o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo Lula no Senado (PT), nesta quarta-feira, 24.
Jerônimo se manifesta após saída de Wagner de liderança no Senado
Governador exaltou o senso democrático e o dom conciliador do senador

O chefe do Executivo baiano elogiou a atuação do seu companheiro de chapa enquanto esteve no posto, exaltando o senso democrático e o dom conciliador de Wagner.
“A Bahia e o Brasil reconhecem o importante trabalho realizado pelo senador Jaques Wagner na liderança do governo do presidente Lula. A experiência, o senso democrático e o dom conciliador de Wagner foram fundamentais para a reconstrução da democracia e da soberania brasileira”, publicou o governador nas redes sociais.
Ainda na postagem, Jerônimo reafirmou a confiança no senador e disse que acredita na inocência do ex-governador da Bahia.
“Minha confiança no senador é total e tenho certeza de que irá se defender de todas as injustiças. E seguirá se dedicando ao nosso estado e ao nosso país como senador e figura fundamental nessa caminhada de transformações e avanços na Bahia e no Brasil”, escreveu.
Saída após conversa com Lula
Jaques Wagner anunciou nesta quarta-feira, 24, a sua saída da liderança do governo no Senado. A decisão aconteceu em comum acordo com o presidente Lula (PT), com quem ele se reuniu pela tarde.
“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado. Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil”, publicou nas redes sociais.
Na semana passada, o senador foi alvo de mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga irregularidades do Banco Master.
Desde então, a pressão era grande para que o ex-governador da Bahia deixasse o posto. Aliados temiam que a repercussão do caso afetasse negativamente a campanha de reeleição de Lula.












