Durante a inspeção na propriedade, a equipe constatou alojamentos em estado extremamente precário, construídos de forma improvisada com madeira e barro, sem qualquer estrutura sanitária, energia elétrica adequada ou fornecimento de água potável. Para as necessidades fisiológicas, os trabalhadores utilizavam instalações mambembes cercadas por lonas, enquanto a água destinada ao consumo diário e ao preparo de alimentos era recolhida diretamente de riachos da região. Além das péssimas condições de habitação, o grupo enfrentava longas caminhadas diárias até as áreas de cultivo e transportava os fardos pesados de piaçava sobre a cabeça.















