A situação da casa de detenção de Ilhéus, que leva o nome de um dos Advogados mais importante que a cidade teve, Ariston Cardoso, está insustentável.

A referida casa de abrigamentos de pessoas com dividas na justiça, está de mal a pior, no quesito lotação.

Vamos entender melhor a situação:

O grave problema prisional da cidade ganhou destaque no ano de 2014, quando veio uma fala de que o referido aparelho do estado poderia ser levado a terraplanagem.   

De imediato começou por parte dos servidores um movimento dizendo não a demolição, um grupo liderado pela servidora, da instituição, Fabia Sueni foi decisivo para o não fechamento do órgão.

Um movimento que deu resultado, um clamor forte e a vitória aconteceu. Uma ordem de cima veio informando a todos por decreto Estadual que o mesmo não seria demolido. Assim disse em nota o responsável pela entidade.

Não será demolido!

O Presídio de Ilhéus não será demolido. O superintendente de Gestão Prisional da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, Luciano Viana, confirmou que a unidade prisional Advogado Ariston Cardoso não será desativada e que existem planejamentos para reformas. Durante uma audiência, o superintendente destacou o compromisso com a permanência da unidade e a necessidade de esclarecer as notícias falsas sobre o assunto. 

O corre que dois anos se passaram após o episódio e nada foi feito. Uma área foi demarcada e informada aos órgão responsáveis como sugestão de implantação “Construção” de um novo espaço, e até então a mesma continua por lá, aberta, sem nenhum tipo de investimento no local no que sito a se construir um novo presidio.

Ocorre que o Ariston Cardoso “antigo” espaço de abrigo de presos” está com a capacidade máxima de lotação e pouco está sendo feito para se evitar uma explosão.

A preocupação dos servidores, inclusive da Seap é que a comunidade carceraria, mesmo sendo no quesito Semiaberto, cresce a cada dia. É aí onde mora o perigo.

O alerta está feito.