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Boquira-Bahia:  As familias esperam um posicionamento da justiça, em uma cidade que não tem um Juiz titular

A cidade de Macaúbas, localizada no Centro Oeste da Bahia local onde os processos judiciais da vizinha cidade (Boquira)  e outras tantas ao redor são julgados, não tem um Juiz titular. O Juiz que atende em Macaúbas reside em Feira de Santana e só aparece três vezes na semana.

A cidade recentemente inaugurou no dia 6 de dezembro de 2023, a Defensoria Pública, algo que “talvez pode facilitar os encaminhamentos à justiça”, mas não resolverá tudo. Sendo assim, o povo da região enfrenta momentos dificieis nas questões judiciais.

Alguns processos, duram anos, decadas, para serem julgados. Na sua maioria os pleiteantes morrem e as causas caducam na justiça.

Em geral é assim, quem tem amizade na politica, ou estuda ao lado de um filho de algum magistrado ou influentemente goza de prestigios, suas questões são resolvidas.  Quem depede de um parecer na justiça no interior da Bahia, paga um preço muito alto.

A cidade de Boquira que o diga, são inumeros os processos sem decisões magistrais, familias e mais familias peregrinando por seus direitos.

Se o Judiciário funciona desta forma imaginem o Ministério Público. Não há fiscalizações na cidade de Boquira, o braço de apoio do povão, (MP) não se inclina na direção de uma cidade que tem serviços a serem vigiados.

As indústrias de minérios, e seus artefatos de rochosos a cada dia dão demonstrações de que não há causalidade nos acidentes e nas vitimas e sim, a falta de presença dos órgãos de controle “fiscalizadores”  que deveriam vistoriar e punir as empresas escravagistas que de forma impiedosas sacrificam àqueles que para levar o pão para casa têm que expor a própria vida.

Os trabalhadores das Minas em sua maioria não tem  equipamentos obrigatórios de proteção individuais (EPIS) como por exemplo: capacete, botas qualificadas, óculos de proteção, luvas apropriadas etc.; Esse veiculo (CORREIODASCIDADES), ESTEVE PRESENTE EM LOCO E PODE OBSERVAR.  Outro fato a ser destacado é a  jornada de trabalho que é exaustiva sem horário de descanso, só parando para o almoço. Basta fiscalizar e verá estas e outras aberrações expostas nas referidas minas na cidade de Boquira e região.

Enquanto os “Dráculas” exploradores do sangue e do suor de um povo escravo, se abarrotam no dinheiro, fruto da miséria alheia, as famílias de modo em geral de trabalhadores vivem na mizeria por conta do silêncio e da falta de ações das autoridades.

 

 

Boquira é uma cidade da Bahia cujos números de habitantes está em 21 508 mil pessoas.  O município se estende por  1.482,7 km². A densidade demográfica é de 14,5 habitantes por km² no território do município.
Boquira está situada á 23 km ao Norte-Oeste, Macaúbas, é a cidade mais próxima nos arredores. A fonte de economia de Boquira – está na mineração; veja as fotos abaixo:

Como havíamos destacado antes , os absurdos existem, uma  familia  aguarda decisão da justiça de um processo que se encontra dormindo  na vara da fazenda pública de Macaúbas.

A família é composta por treze filhos diretos que tem direito ao repasse de acordo com as vendas, ocorre que à empresa responsável denominada TOR  MINERAÇÃO, escavadora, dinamitadora de rochas especialista em  aparelhamento de placas e execução de trabalhos em mármores, granitos, ardósia e outras pedras, que também engloba os serviços de corte e aparelhamento como ardósia etc, está lesando a família proprietária da referida pedreira, haja vista que paga o equivalente a um salário mínimo vigente, o que dar o valor R$ 1.412,00 (mil quatrocentos  e doze reais) por mês para extrair o mármore azul de suas terras.

O detalhe é que o valor de um salário mínimo é dividido para todos os herdeiros, resultando em R$ 110,00 (cento e dez reais) para cada uma das pessoas, enquanto os sócios da referida empresa enriquecem às custas dos proprietários da área objeto da extração e de propriedade dos verdadeiros donos.

O absurdo é gigante e desproporcional, uma vez que em consulta ao sitio da Receita Federal do Brasil foi extraido a informação que o capital integralizado da TOR MINERAÇÃO é de R$ 167.500.000,000,00(cento e sessenta e sete milhões e quinhentos mil reais), ou seja, ficam milionários extraíndo o mármore azul das terras de propriedade dos herdeiros, enquanto pagam valores irrisórios para os mesmos, o que somente foi possível porque conseguiram ludibriar pessoas simples que não tinham a menor noção do tamanho da riqueza que se escondia embaixo e na superfície do solo de sua propriedade rural adquirida com suor e muito trabalho.

O correio das cidades esteve presente no local e pode ver em loco esta e outras aberrações. Espaço aberto para manifestações contrárias por parte dos citados aqui no texto.

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