Sobram reclamações dentro do PSD de Minas Gerais contra o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, caciques do partido no Estado e que pouco aparecem nos eventos dos correligionários que vão disputar prefeituras neste ano. Os candidatos reclamam que a ausência dos caciques esvazia os eventos e que, pelos cargos com relevância nacional, a simples presença dos dois atrairia a atenção da imprensa e divulgaria os nomes dos candidatos.

Nem aí

Para mobilizar o eleitorado, sobrou para os dez deputados estaduais e os quatro federais, que reclamam do sumiço dos caciques.

À deriva

Sobre Pacheco, o sentimento é de que desde que o senador disse que ia pendurar as chuteiras, o partido ficou à deriva.

Não deu as caras

Exemplo sempre citado é o da prefeitura de Belo Horizonte, quando o prefeito Fuad Noman foi oficializado candidato sem Silveira ou Pacheco.