De acordo com o Diário Oficial do Estado (DOE), a direção da referida casa de parturientes da cidade, tem agora nova gestora, Domilene foi exonerada do cargo.

De acordo com informações e falas de membros do partido,  a enfermeira Domilene Borges Costa, foi exonerada do cargo de diretora geral do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado da Bahia e formaliza a saída da gestora da unidade hospitalar.

O documento oficial, identificado como Ato nº 206/2026, é assinado pelo diretor-geral da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), Bruno Guimarães de Almeida. A publicação não detalha oficialmente os motivos da exoneração. 

Domilene, conhecida entre colegas da área da saúde como “Domi”, permaneceu à frente da direção do hospital por quase quatro anos. Durante esse período, manteve interlocução com profissionais da saúde e com a população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.

Nos bastidores locais, surgiram relatos e críticas envolvendo problemas administrativos e situações de insatisfação relacionadas à gestão da unidade ao longo dos últimos anos. No entanto, não há, até o momento, confirmação oficial de que esses fatores tenham sido determinantes para a exoneração, já que o Diário Oficial não apresenta justificativa formal para a decisão.

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, localizado no bairro da Conquista, é uma das principais referências em atendimento materno e pediátrico no sul da Bahia.

Domilene Borges também é considerada próxima do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, e da ex-reitora da UESC, Adélia Pinheiro.

Até a publicação desta matéria, não houve posicionamento público da ex-diretora nem da Secretaria da Saúde da Bahia sobre os motivos da exoneração ou sobre quem assumirá oficialmente a direção da unidade.