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:: 4/jul/2023 . 22:44

Adolescente cai de ônibus em Laje, familiares culpam porta defeituosa

Segundo familiares de um adolescente, identificado pelas inicias W. S., 17 anos, a porta defeituosa de um ônibus amarelinho, teria sido o motivo de um acidente, no inicio da tarde desta terça-feira (4), quando o aluno teria caído do veículo na Vila de Engenheiro Pontes.

A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, sendo encaminhada para o Hospital Ranulfo José de Almeida, ele não se feriu gravemente, mas reclamava de dor.

Em contato com a secretária de educação do município, Indiamara Andrade Ferreira, ela disse que assim que tomou conhecimento do acontecido prestou toda a assistência necessária ao aluno, e informou que o menor teve pequenas escoriações na mão esquerda.

ILHÉUS: Hospital Materno Infantil responde ao episódio ocorrido na segunda-feira dia do não atendimento.

Após publicação acerca da situação que a jovem gestante do Teotônio Vilela passou no Hospital Materno de Ilhéus, onde se queixou de não ter tido o atendimento devidamente humanizado na forma que o hospital coloca como seu principal objetivo, a Assessoria de comunicação daquela instituição expediu nota de esclarecimento informando que já acompanha a jovem gestante, que fora atendida adequadamente e que não havendo quadro clínico para realização do parto orientou que voltasse para casa até novo quadro de sinal de parto.

Este site não irá entrar no debate técnico sobre o fato de estar ou não no momento do parto. O que questionamos, sim, sobre o acontecido e sobre a nota é de QUE O HOSPITAL EXPÕE QUE TEM UM ATENDIMENTO HUMANIZADO. Sendo assim, acredita-se que numa situação onde um casal jovem que está passando pela primeira experiência de um filho, a pessoa fique totalmente aflita no momento de dores e dúvida se está para estourar a bolsa ou não.

Portanto, para um atendimento HUMANIZADO seria de bom tom de que os profissionais que trabalham diretamente com os pacientes na recepção e triagem possam ter técnicas e orientações melhores para acalmar, explicar com linguagem mais popular e, fazer alguma manobra possível para que as pessoas consigam ter a segurança de que esta dor acompanhada de preocupação e aflição não será um risco para a mãe e sua criança, algo que não aconteceu ao contrário, todos se esquivaram de responder sobre o assunto  inclusive o médicvo pessoa mais indicada e sobretudo a mais preparada. Isso evidência a falta de respeito, constroi um sentimento de chateação e diminui a oportunidade de divulgação da verdade no momento explícito. :: LEIA MAIS »

ILHÉUS: A mulher gravida que quiser morrer de dor basta procurar o Hospital Materno da cidade

Na noite desta segunda feira (03), um fato recorrente no Hospital Materno Infantil  – DR. Joaquim Sampaio, mais uma vez se repetiu.

Uma gravida com perda de liquido em busca de atendimento na referida unidade teve o atendimento negado.

O hospital não deu a devida atenção a jovem mãe, mandando a mesma ir para casa por duas vezes. Trata-se de uma pessoa que estava sentindo fortes dores e perdendo muito liquido, que mora distante e já havia retornado para casa por duas vezes. A referida pessoa é reidente no Bairro Teotônio Vilela, e não têm condições de está prá lá e prá cá.

O hospital através de uma atendente totalmente despreparada para a profissão se quer sabia informar o recado da equipe médica, e o médico obstetra plantonista não deu atenção devida ao caso.

Trata-se de um senhor denominado Carlos Lira. ´O referido médico foi procurado por nossa equipe e senegou a nos receber ou informar o fato. Falar com uma equipe de reportagem, ou dá entrevista qualquer um pode negar inclusive uma instituição pública, porém , informar o fato é obrigação para o bem do serviço público.

O detalhe é que a arrogância de certos médicos no particular o Sr. Lira, não fez enxergar que quando se trata de pessoas e alguém busca informações é dever de se prestar contas do que está fazendo e a imprensa deve ser respeitada.

O gabinte do Vereador também solicitou informações do médico que se negou também.

É desta forma que a saúde de Ilhéus caminha, com médicos Semi -Deus e que não dão atenção às pessoas, que tratam a coisa pública como um patrimônio privado, onde as pessoas passam a não ter importância alguma.

Para o melhor sinal da ordem pública na relação de trabalho prestada a população, pede se a norma que os esclarecimentos e atenções sejam direcionados as pessoas de forma clara e que seja dada ciência de tudo. Isso é servir, quem assim se comporta, é chamado de servidor público.

Na Maternidade Dr Sampaio é diferente, o povo não pode ser informado de nada, se buscar saber informações a cerca de um parente. O povo é tratado da pior forma possível. Despreparos nos atendimentos  e arrogância por parte de alguns, foi desta forma que observamos no plantão de ontem.

Em resumo o povo sofre!

Esses relatos foram à comprovação que obtivemos na noite desta segunda quando esta reportagem procurou o local em busca de informações. O médico se negou a informar, a recepcionista, pelo mesmo caminho e assim a coisa segue, quem for em busca de atendimentos e informações estão batendo na porta errada.

Um Hospital que deveria atender bem a população, que deveria ser orgulho de toda a cidade, na verdade é algo fora do normal para o conceito de magnifico.

 



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