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:: 20/jul/2023 . 17:35

TVI NEWS: Embaixador da Costa do Marfim concede primeira entrevista a televisão na Bahia

 

Em visita ao sul da Bahia o Embaixador da Costa do Marfim no Brasil, Diamoutene Alassane Zie, acompanhado de Carlos Sodré, Consul honorário na Bahia, e o conselheiro da embaixada no Brasil, lamine Kanté, estiveram na TVI para conceder a primeira e importante entrevista a uma televisão no estado.

Com o tema principal, Cacau e chocolate, sobre o comando do jornalista Barbosa Filho, o Embaixador Diamoutene Alassane Zie, falou também sobre as relações da costa do Marfim e o Brasil. :: LEIA MAIS »

Bebê morre na barriga da mãe e família denuncia negligência médica na Maternidade Albert Sabin em Salvador

Uma família de Salvador denuncia a Maternidade Albert Sabin por negligência médica, depois que uma bebê morreu ainda na barriga da mãe, antes do parto. Os pais da criança denunciam a unidade porque houve demora na troca de plantão dos médicos, que teriam deixado a grávida sem assistência.

Reportagem da TV Bahia e Portal G1 mostrou que a jovem Ailla Noronha, de 26 anos, está internada na unidade médica nesta quarta-feira (19), e se recupera do processo de curetagem – procedimento feito para retirar materiais como placenta do útero. Ela fez todo o acompanhamento pré-natal e exames na maternidade.

Na reta final da gravidez, Ailla e o companheiro dela – que moram no bairro de Itapuã – passaram a ficar na casa de familiares, no bairro de Águas Claras, a cerca de 10 quilômetros da maternidade, em Cajazeiras, para facilitar no deslocamento à unidade médica.

Na última semana, Ailla retornou à Albert Sabin para dar à luz, depois de sentir fortes dores. Na maternidade ela foi orientada a caminhar para aumentar a dilatação. Segundo o marido de Ailla, a então gestante foi mandada para casa, porque estava apenas com 3 centímetros de dilatação vaginal.

Esta mesma situação se repetiu por quatro vezes, até a jovem ser internada na tarde de segunda-feira (17), para enfim dar à luz. No retorno, os médicos realizaram os procedimentos de escuta e o exame de toque e, de acordo com a família de Ailla, insistiram em um parto vaginal, quando iniciaram a indução.

Durante este processo, que é considerado normal pela medicina obstétrica, Ailla ficou desassistida, porque os médicos demoraram a retornar para a sala em que ela estava, durante uma troca de plantão em meio à madrugada.



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